Chamada de projetos de arte brasileiros – BTS 2016

Prazo de envio de propostas: 25 de Abril de 2016

Estamos buscando projetos de artistas radicados no Brasil para serem apresentados na próxima edição da conferência Besides the Screen.

Durante o evento, será realizada uma exposição de trabalhos artísticos que se relacionam com a pesquisa de imagem à parte das telas, tendo como foco principal as práticas e tecnologias de projeção. Podem participar trabalhos audiovisuais single/multi-channel, instalações e performances. Apesar do interesse em projetos inéditos, e que já tenham parcerias estabelecidas com grupos do Reino Unido, não há nenhum tipo de restrição à participação.

Para submeter uma proposta, envie um arquivo PDF contendo as seguintes informações para o email besidesthescreen@gmail.com com o assunto PROJETO EXPOSIÇÃO BTS 2016.

– nome e sinopse do projeto (200-300 palavras)
– rider técnico (especificando quais equipamentos precisam ser fornecidos pelo evento)
– condições de apresentação/instalação
– fotos e/ou croquis de produção
– links para documentação em vídeo de apresentações prévias
– informações sobre o proponente e documentação de trabalhos anteriores

As propostas selecionadas receberão apoio para serem realizadas durante a exposição, incluindo viagem e acomodação para um participante e um cachê de participação.

CFP: Besides the Screen Coventry 2016 – PROJECTION / GEOMETRY / PERFORMANCE

PORTUGUESE VERSION BELOW

Deadline for proposals: 25th April 2016

From shadow puppetry to videomapping and holography, projection is one of the central activities in moving image practices. Being at the same time a precise geometrical operation and the main underpinning of cinematographic artifice, it has a highly ambiguous existence: Siegfried Zielinski once dubbed projection “a media strategy located between proof of truth and illusioning;” Sean Cubitt, in turn, has underscored how it produces a state of simultaneous “vanishing and becoming.” While performing the articulation from space to surface and vice-versa, projection enacts the very translation of dimensions that, according to Vilém Flusser, is responsible for the creation of images. The investigation of projection thus brings forth the performativity of media.

We are looking for papers and projects that survey this heterogenous character of projection and its relation to a wide range of moving image practices to be presented at the next Besides the Screen International Conference, to be held in late July 2016 at Coventry University, United Kingdom.

It is possible to participate with papers, workshops, performances, artist presentations and artworks that address topics such as:

– old, new and future projection technologies
– the labor, role and possible agency of the projectionist
– projection theories
– architectures for (and against) projection
– projection as psychological process and/or mathematical operation
– unconventional projection geometries and sites
– the use of projection in the hard sciences and art installations
– audiovisual performances, live cinema, vjing
– mobile projection, light graffiti, pop-up cinemas
– videomapping, dome projection, planetariums
– holography, pepper’s ghost, shadow puppetry, phantasmagorias

To submit a proposal, send an abstract (~300 words) and a short biographical note (~150 words) to the email besidesthescreen@gmail.com, indicating in the subject SUBMISSION: BESIDES THE SCREEN 2016. The deadline is 25th April 2016.

 


 

Prazo de envio de propostas: 25 de Abril de 2016

Do teatro de sombras ao videomapping e à holografia, a projeção se apresenta como uma das atividades centrais nas práticas de imagem em movimento. Se tratando ao mesmo tempo de uma operação geométrica bastante precisa e do principal operador do artifício cinematográfico, ela possui uma existência altamente ambígua: Siegfried Zielinski já qualificou a projeção como “uma estratégia midiática localizada entre a prova da verdade e a ilusão”; Sean Cubitt, por sua vez, ressaltou o modo como ela produz um estado de simultâneos “desaparecimento e devir”. Ao articular do espaço para a superfície e vice-versa, a projeção realiza a tradução de dimensões que, de acordo com Vilém Flusser, resulta na própria criação de imagens. O escrutínio da projeção, nesses termos, nos aproxima da performatividade da mídia.

Buscamos artigos e projetos que investiguem o caráter heterogêneo da projeção e sua relação com uma ampla gama de práticas de imagem em movimento para serem apresentados na próxima conferência internacional Besides the Screen, a se realizar no final de Julho de 2016 na Universidade de Coventry, no Reino Unido.

É possível participar com artigos, workshops, performances, apresentações de trabalhos artísticos e projetos de arte que envolvam tópicos tais como:

– tecnologias de projeção passadas, presentes e futuras
– o trabalho, papel e possível agência do projecionista
– teorias da projeção
– arquiteturas para (e contra) projeção
– projeção como um processo psicológico e/ou operação matemática
– geometrias e lugares de projeção anormais
– o uso da projeção nas ciências duras e na instalação de arte
– performances audiovisuais, live cinema, vjing
– projeção móvel, grafite luminoso, cinemas itinerantes
– videomapping, projeções em domos, planetários
– holografia, fantasmas de Pepper, marionetes de sombra, fantasmagorias

Para apresentar uma proposta, envie um resumo (~300 palavras) e uma curta nota biográfica (~150 palavras) para o email besidesthescreen@gmail.com, indicando no assunto PROPOSTA: BESIDES THE SCREEN 2016. O prazo de envio é 25 de Abril de 2016.

Oficina: A curadoria de si: um ato libertador de auto-design

Vitória: 25/11, 09h, Cemuni I, UFES

Refletindo sobre a íntima ligação entre a identidade de um artista e o seu trabalho, essa oficina propõe que utilizemos a curadoria como um um método para o desenvolvimento do potencial criativo. Os métodos e materiais utilizados são baseados na espontaneidade do jogo e da brincadeira. Ao permitir que os participantes se deixem levar pelo fluxo da criação (por meio da representação de papéis, da contação de histórias, da performance), exploraremos como podemos nos posicionar como curadores do nosso próprio trabalho e discutiremos como isso pode afetar nossa percepção como artistas/ designers/ seres humanos.

Sobre a oficineira: Alexandra Antonopoulou é Senior Lecturer na Universidade de Greenwich, trabalhando em uma ampla gama de cursos de arte e design. Sua pesquisa explora os usos da contação de histórias, das ficções e do jogo nos processos de aprendizagem, design e pesquisa, bem como ideias sobre colaboração e autoria compartilhada. Como parte de sua pesquisa, ela desenvolveu programas educacionais em colaboração com museus, escolas, universidades e laboratórios. Seu trabalho em arte e design já foi apresentado em locais como o museu Victoria & Albert, o Museu do Design de Londres, a Whitechapel Gallery e em diversas universidades pelo mundo.

http://onceuponalex.blogspot.co.uk
https://goldsmiths.academia.edu/AlexandraAntonopoulou